quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

 

MAIS UMA VEZ, A QUEDA DO SABICHÃO

A conversa, a princípio era bem descontraída e, até certo ponto entre sorrisos. Os nossos personagens, Juarez e Miguel, já mais apaziguados depois da trombada que Juarez recebeu, estavam no meio do grupo. Juarez, agora um pouco mais prudente, se esquivava de confronto com palavras que pudessem deixar o seu nariz ligeiramente totó como aconteceu no primeiro e atrevido momento com Miguel! Miguel, por sua vez, sempre na dele, esboçava discretos sorrisos repuxando o canto da boca, pura timidez!

O ASSUNTA ERA A PROVA

Na sexta-feira haveria a prova, o costumeiro teste de revisão semanal; os alunos mais aplicados não desistiam de reestudar os assuntos, todos aproveitavam então aqueles momentos para discutir os temas e acrescentarem um pouco mais de conhecimento e melhorar as convicções para as possíveis perguntas! Juarez, sempre querendo se mostrar sabichão, era mais uma vez impulsivo assumindo ares de professor! Agora a sua pendenga virou para o lado de Elga, uma menina franzina, muito estudiosa, na realidade ela assimilava tudo com incrível rapidez, mas não se exibia! Todos sabiam que ela fazia parte da lista dos melhores alunos!  

MAIS UMA VEZ LÁ FOI JUAREZ!

Em um determinado momento do encontro, Juarez cismou de dar uma aula sobre geografia, A discussão era responder sobre capitais, então levantaram a pergunta: Em qual país  se situa Budapest? Juarez mandou essa Tchecoslováquia hora! Gargalhada geral! Elga emendou imediatamente Hungria! Silêncio total e Juarez, mais uma vez se deu mal!

Realmente só se deve verbalizar o que se tem certeza, do contrário é melhor ficar de boca fechada, viu “Juarezes” da vida!

 

 

 

sábado, 11 de janeiro de 2025

 

ATREVIMENTO QUE ENSINA

Aventurar é se enveredar por uma atitude desenfreada, inconsequente! A disparada por esse caminho pode dar ou não certo! Se der certo, menos mal se as consequências pesarem somente sobre o aventureiro, aí única saída é tentar amenizar se der certo restará somente respirar aliviado. Se der irreversivelmente errado, a saída é sentar-se e chorar, de preferência assumindo o erro. Se isto acontecer abrirá um terceiro caminho: Arrepender, concertar as atitudes e a partir daí ser mais prudente, justo e honesto consigo mesmo! Partindo daí aventura-se nunca mais!

ELE ERA AVENTUREIRO COMO ELE SÓ

Assim foi com o Juarez, um rapaz que conheci na minha infância. Franzino, tipo quele que não consegue vestir um pijama com mais de uma listra, mas atrevido e metido a forte, confiando na astúcia e na sagacidade que na realidade não possuía! Enfrentava a todos os colegas e se sentia o líder do grupo, e ainda saía ameaçando o último oponente!

AÍ SE DEU MAL, AVENTUROU DEMAIS!

Miguel era o recém-chegado ao grupo, meio pacato, caladão até meio fortinho, mas nunca reagia aos gracejos e chacotas. Parecia meio bobão e transmitia ares de medroso; um prato cheio para o aventureiro Juarez que não demorou muito foi “tirar farinha” com o Miguel! Primeiro jogou um gracejo, Miguel ficou quieto! Depois deu um empurrão o coitadinho do Miguel quase caiu, e Juarez continuou, chegando cara a cara com Miguel, perguntou: Não gostou não é? Então se manca ou parte pra cima de mim!

AÍ JUAREZ SE LASCOU DE VEZ!

O que ninguém podia imaginar é que Miguel era desportista de Karatê, este esporte não é para briga, mas nada impede de ser usado para se defender de atrevidos e aventureiros como Juarez! Olha o que deu: Se não fosse a intervenção do grupo, o nariz de Juarez teria saído mais torto! Acho que agora ele apreendeu que ser pacato e paciente não sinônimo de medo e covardia. Aventura de metidos a valentão as vezes é irreversível, mas ensina!

 

ATREVIMENTO QUE ENSINA

Aventurar é se enveredar por uma atitude desenfreada, inconsequente! A disparada por esse caminho pode dar ou não certo! Se der certo, menos mal se as consequências pesarem somente sobre o aventureiro, aí única saída é tentar amenizar se der certo restará somente respirar aliviado. Se der irreversivelmente errado, a saída é sentar-se e chorar, de preferência assumindo o erro. Se isto acontecer abrirá um terceiro caminho: Arrepender, concertar as atitudes e a partir daí ser mais prudente, justo e honesto consigo mesmo! Partindo daí aventura-se nunca mais!

ELE ERA AVENTUREIRO COMO ELE SÓ

Assim foi com o Juarez, um rapaz que conheci na minha infância. Franzino, tipo quele que não consegue vestir um pijama com mais de uma listra, mas atrevido e metido a forte, confiando na astúcia e na sagacidade que na realidade não possuía! Enfrentava a todos os colegas e se sentia o líder do grupo, e ainda saía ameaçando o último oponente!

AÍ SE DEU MAL, AVENTUROU DEMAIS!

Miguel era o recém-chegado ao grupo, meio pacato, caladão até meio fortinho, mas nunca reagia aos gracejos e chacotas. Parecia meio bobão e transmitia ares de medroso; um prato cheio para o aventureiro Juarez que não demorou muito foi “tirar farinha” com o Miguel! Primeiro jogou um gracejo, Miguel ficou quieto! Depois deu um empurrão o coitadinho do Miguel quase caiu, e Juarez continuou, chegando cara a cara com Miguel, perguntou: Não gostou não é? Então se manca ou parte pra cima de mim!

AÍ JUAREZ SE LASCOU DE VEZ!

O que ninguém podia imaginar é que Miguel era desportista de Karatê, este esporte não é para briga, mas nada impede de ser usado para se defender de atrevidos e aventureiros como Juarez! Olha o que deu: Se não fosse a intervenção do grupo, o nariz de Juarez teria saído mais torto! Acho que agora ele apreendeu que ser pacato e paciente não sinônimo de medo e covardia. Aventura de metidos a valentão as vezes é irreversível, mas ensina!