sábado, 11 de janeiro de 2025

 

ATREVIMENTO QUE ENSINA

Aventurar é se enveredar por uma atitude desenfreada, inconsequente! A disparada por esse caminho pode dar ou não certo! Se der certo, menos mal se as consequências pesarem somente sobre o aventureiro, aí única saída é tentar amenizar se der certo restará somente respirar aliviado. Se der irreversivelmente errado, a saída é sentar-se e chorar, de preferência assumindo o erro. Se isto acontecer abrirá um terceiro caminho: Arrepender, concertar as atitudes e a partir daí ser mais prudente, justo e honesto consigo mesmo! Partindo daí aventura-se nunca mais!

ELE ERA AVENTUREIRO COMO ELE SÓ

Assim foi com o Juarez, um rapaz que conheci na minha infância. Franzino, tipo quele que não consegue vestir um pijama com mais de uma listra, mas atrevido e metido a forte, confiando na astúcia e na sagacidade que na realidade não possuía! Enfrentava a todos os colegas e se sentia o líder do grupo, e ainda saía ameaçando o último oponente!

AÍ SE DEU MAL, AVENTUROU DEMAIS!

Miguel era o recém-chegado ao grupo, meio pacato, caladão até meio fortinho, mas nunca reagia aos gracejos e chacotas. Parecia meio bobão e transmitia ares de medroso; um prato cheio para o aventureiro Juarez que não demorou muito foi “tirar farinha” com o Miguel! Primeiro jogou um gracejo, Miguel ficou quieto! Depois deu um empurrão o coitadinho do Miguel quase caiu, e Juarez continuou, chegando cara a cara com Miguel, perguntou: Não gostou não é? Então se manca ou parte pra cima de mim!

AÍ JUAREZ SE LASCOU DE VEZ!

O que ninguém podia imaginar é que Miguel era desportista de Karatê, este esporte não é para briga, mas nada impede de ser usado para se defender de atrevidos e aventureiros como Juarez! Olha o que deu: Se não fosse a intervenção do grupo, o nariz de Juarez teria saído mais torto! Acho que agora ele apreendeu que ser pacato e paciente não sinônimo de medo e covardia. Aventura de metidos a valentão as vezes é irreversível, mas ensina!

 

ATREVIMENTO QUE ENSINA

Aventurar é se enveredar por uma atitude desenfreada, inconsequente! A disparada por esse caminho pode dar ou não certo! Se der certo, menos mal se as consequências pesarem somente sobre o aventureiro, aí única saída é tentar amenizar se der certo restará somente respirar aliviado. Se der irreversivelmente errado, a saída é sentar-se e chorar, de preferência assumindo o erro. Se isto acontecer abrirá um terceiro caminho: Arrepender, concertar as atitudes e a partir daí ser mais prudente, justo e honesto consigo mesmo! Partindo daí aventura-se nunca mais!

ELE ERA AVENTUREIRO COMO ELE SÓ

Assim foi com o Juarez, um rapaz que conheci na minha infância. Franzino, tipo quele que não consegue vestir um pijama com mais de uma listra, mas atrevido e metido a forte, confiando na astúcia e na sagacidade que na realidade não possuía! Enfrentava a todos os colegas e se sentia o líder do grupo, e ainda saía ameaçando o último oponente!

AÍ SE DEU MAL, AVENTUROU DEMAIS!

Miguel era o recém-chegado ao grupo, meio pacato, caladão até meio fortinho, mas nunca reagia aos gracejos e chacotas. Parecia meio bobão e transmitia ares de medroso; um prato cheio para o aventureiro Juarez que não demorou muito foi “tirar farinha” com o Miguel! Primeiro jogou um gracejo, Miguel ficou quieto! Depois deu um empurrão o coitadinho do Miguel quase caiu, e Juarez continuou, chegando cara a cara com Miguel, perguntou: Não gostou não é? Então se manca ou parte pra cima de mim!

AÍ JUAREZ SE LASCOU DE VEZ!

O que ninguém podia imaginar é que Miguel era desportista de Karatê, este esporte não é para briga, mas nada impede de ser usado para se defender de atrevidos e aventureiros como Juarez! Olha o que deu: Se não fosse a intervenção do grupo, o nariz de Juarez teria saído mais torto! Acho que agora ele apreendeu que ser pacato e paciente não sinônimo de medo e covardia. Aventura de metidos a valentão as vezes é irreversível, mas ensina!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

 

O VAI E VEM DA VIDA PODE SER MAIS DESCONTRAÍDO!

Um senhor sendo entrevistado, a princípio muito descontraído, sorria ao responde as perguntas! A cada pergunta ele fazia um gracejo ao final levando a plateia sorrir.

Vamos lá, disse o entrevistador esboçando um leve sorriso; uma pergunta sobre a sua infância:

- Qual episódio que o senhor se lembra que marcou a sua infância?

- Ele disse: Vários, mas vou contar um: Lá em casa tinha um quintal grande com uma gangorra; eu gostava muito de me balançar nela no final das tardes, tinha também muitas galinhas e a tarde o galinheiro era aberto e elas vinham carcarejando alegremente para saborear os caroços de milho que eram servidos a elas espalhados pelo chão. Naquela dita tarde, eu estava me jogando lá nas alturas quando justo a minha galinha carijó, de plumas avantajadas se jogou na minha frente para pegar um caroço que tinha sido jogado pelo alto! Não era possível desviar e choque foi tão violento que gargarejo me fez ouvir o que significava! Cocoriocara! Cacariocalma! Gargalhada geral!

- Mas a pergunta que fez a plateia calar e quase chorar, foi a resposta sobre mimosa! Mimosa era a cabrita que dava o leite para as minhas mamadeiras! Aliás mamadeira de leite de cabra é uma delícia, sinto o gosto até hoje!

- Sim, mas o que aconteceu com a mimosa, perguntou o entrevistador?

- Ela fugiu com famigerado cabrito do vizinho! Gargalhada geral!

Depois tem mais querem ouvir?