sexta-feira, 23 de março de 2012

DE QUEM É A CULPA?

Ouvimos freqüentemente de alguém cuja atividade espiritual está em baixa, alegar estar desanimado, ou que os cultos são chatos, ou que um determinado irmão agiu dessa ou daquela forma, e não raras vezes que o pastor age assim ou assado ou deixa de agir da forma que o determinado e desanimado desejaria que fosse. É possível entender que os problemas emocionais interferem no ânimo, é por isso que precisamos tentar entender o motivo da emoção, o que faz a animação no ambiente cristão. Apenas para pensar sabemos que a motivação na vida secular é aquilo que agrada a expectativa humana. Sinceramente, todos sabem disso, porque é um assunto muito debatido e sabido. O que motiva na vida cristã é o que nos liga a Cristo. Isso não tem nada a ver com o que motiva a emoção. Esse é problema: Quem quer agradar a si mesmo, certamente está pronto para desagradar Deus. A culpa do desânimo então é de quem?

EI CONSUMISTA, ACORDA!

Todo mundo quer tudo fácil! É impressionante como se houve falar de facilidades para alcançar o pseudo sucesso tão almejado por muitos: Dinheiro para uns, fama para outros e ainda a dobradinha dinheiro e fama é o alvo recitado em côro nestes dias onde a industria do consumismo dá às mãos a produção de necessidades. Chamo de produção de necessidades aquilo que as pessoas criam de necessidades para si, embora não tenham reais necessidades. Criam-se necessidade de compra de uma roupa, tendo tantas roupas e às vezes semelhantes a que passou a desejar. Criam-se necessidades de viagens, de troca de veículo etc. Obviamente os fornecedores agradecem e incentivam essa produção desenfreada de necessidades criadas a bem do consumismo. A médio longo prazo e, alguns casos em curtíssimo, dependendo do fato, a angústia é inevitável e com ela as relações tumultuadas, os desconforto nos lares provocando conflitos e não raras vezes confrontos. È que endividamento é como “ferrolho” espeta fundo, até sangra e doer muito, mas a sua origem é prazerosa e irrefletida. O mundo está consumista, os criadores de necessidades estão por todos os lados de tal forma que descontentes com o seu destino de consumir ainda faz questão de influenciar o distraídas e levá-los a dar as mãos a multidão de compulsivos consumidores, lamentavelmente!

quarta-feira, 14 de março de 2012

ELES PRECISAM DE PAZ

O anseio por paz é tão evidente que as pessoas se equivocam em busca desse precioso sentimento. É que ter paz significa equilibrar-se emocionalmente, estar pronto para viver em harmonia consigo e habilitar-se ao sucesso nas atitudes. A paz é um dos ingredientes que realça a saúde. Quem tem paz é mais agradável, mais sereno, está mais próximo das suas reais características como ser humano. Ter Jesus no coração significa ter paz com todas as benesses que ela produz. Vivemos em um mundo carente de paz; por todos os lados os reclamos pela paz se agigantam. Enquanto que, para alguns, a paz representa uma pausa no sofrimento, para outros, ela é uma realidade que não passa de um sonho aparentemente inalcançável. Nós conhecemos a paz. Sabemos como alcançá-la. Estamos em um país de livre expressão, cuja Constituição defende o direito a liberdade religiosa; somos felizes embora ainda muitos não usufruam dessa felicidade. Alguns por opção, outros porque ainda permanecem sem acesso à paz que liberta: Jesus Cristo. Outros países não têm essa mesma felicidade, os seus povos amargam a proibição à liberdade religiosa e por isso vivem na opressão, sem esperança e sem paz. Os nossos corações apertam ao saber que povos como a China, Indonésia e Paquistão sofrem perseguição enquanto grupos religiosos radicais aumentam o constrangimento porque oferecem um deus enganoso, que só faz distanciar da verdade e agravar a falta de paz. Eles precisam da paz que liberta. Não podemos ficar alheios. Faremos a nossa parte. A Igreja Batista Memorial em Cachambi se lança com amor nessa campanha; temos um alvo e o alcançaremos para confirmar que somos também veículo dessa maravilhosa paz que liberta: JEUS. Mãos à obra. Pr. Edson Luz

segunda-feira, 5 de março de 2012

OS VALORES DA COMUNHÃO

Alegrei-me quando me disseram: vamos a casa do Senhor. “E perseveraram na doutrina dos apóstolos, na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” Atos 2.42 Tema: Os valores da comunhão. A comunhão do ponto de vista espiritual deve ter o seu foco principal em Cristo Jesus. Quanto a obvia afirmativa, ela se sustenta nas reações das pessoas que estão ou não, em comunhão com Cristo: 1. Porque quem está em comunhão com Jesus, tem a força do Espírito Santo para superar as dificuldades e quebras de expectativas. Na vida enfrentamos muitas quebras de expectativas porque estamos rodeados de fatos gerados por pessoas, e elas são contraditórias na forma de proceder. Isto inclui todas as pessoas, sem exceção. Cabe a cada um administrar na sua emoção e na sua vida espiritual os efeitos dessa quebra de expectativa. É impossível tal administração a partir da nossa própria iniciativa emocional. Jesus nos ensinou isto quando se expressou assim, no auge do seu sofrimento, pregado na cruz, disse: “Perdoa-lhes eles não sabem o que fazem” Lucas 23.34. Suportar sofrimento semelhante é impossível, mas não é impossível perdoar as falhas uns dos outros em nome da comunhão em Cristo Jesus. 2. Porque todos são igualmente desafiados a enfrentar divergências e turbulências da vida. Não é possível viver nesse mundo sem enfrentar problemas. As aflições são a prática do cotidiano do ser humano. Rejeitar os problemas significa desejar deixar a vida. Em dois momentos Jesus nos mostra o que fazer: “No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” João 17.33. Somente pela fé é possível permanecer produtivos, constantes e fieis no Reino de Deus. O que inimigo dos amigos de Jesus quer é desanimar e fazer desistir da caminhada com Jesus. Dar atenção a ele é se anular no Reino de Deus. Isto não é o plano de ninguém, e contraria frontalmente o plano de Deus. Ir para um lado ou para outro é uma decisão pessoal que pode levar a vitória ou derrota de cada um. 3. Porque desistir da caminhada é deixar o restante da estrada vazia. O valor da comunhão esta na firmeza e consistência dos que dão prioridade na sua vida e as coisas da vida, a questão é pegar o arado e não olhar para traz: “Mas Jesus lhes explicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para traz é apto do reino de Deus. “ Lucas 9.63. É preciso terminar bem aquilo que é começado fazer no reino de Deus, esse foi o exemplo de Jesus quando ele disse: Tudo está consumado, ele se referia ao plano de Deus para a sua vida aqui. É preciso caminhar nessa vida até o fim e poder dizer: Senhor, tudo foi consumado conforme a sua vontade para a minha vida. Amém. Venha estar conosco no próximo domingo à noite quando estaremos renovando o pacto de comunhão com Jesus a través da Ceia do Senhor Boa semana com Jesus! Pr. Edson Luz

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Luz do Kalleb

Nascimento do kalleb, o caçula dos netos, dia 26 de Fevereiro de 2012, no hospital Casa de Saúde são José, no Humaitá, Rio de Janeiro. Foi impressionante, a comitiva que se mobilizou: os avós, Edson e Eloisa, tia Érica, além logicamente dos pais: Eara e Flávio. Um Domingo de muito sol, cheio de tranqüilidade, 10hs00 da manhã estávamos sentados na sala de espera aguardando a mãe Eara fazer a Ficha e ser chamada para iniciar o procedimento do parto. Ansiedade? Talvez a melhor palavra seja gratidão, mais uma vez estávamos à mercê do poder de Deus, não tinha nada que pudéssemos fazer, a não ser aceitar o que Deus estava para fazer, mas Ele já tinha dado provas suficientes de que queria nos abençoar com um belo garoto! Ao longo dos dias anteriores vim pedindo a Deus que o Kalleb Venha perfeito, inteligente e dedicado a Deus na vida espiritual. Lembrei-me de Samuel, de Davi e do próprio Kalleb, vidas dedicadas a Deus que se destacaram pela fidelidade a Deus com potencial ético diferenciado, pedi que o nosso Kalleb seja assim. Lembrei-me também de Salomão, e aí pedi sabedoria para Ele - quem tem sabedoria faz boas escolhas e eu desejo do fundo do meu coração que o Kalleb saiba fazer boas escolhas. Quem sabe escolher o que realmente precisa, na maioria das vezes aprende a dizer não para si mesmo, considerando que nem sempre o que queremos no momento, é o melhor. Descobrir isto significa aprender a refletir antes de realizar os atos. Obviamente, como todo ser humano, ele recusará ser compreender quando errar, ou seja, quando alguém está adquirindo as suas próprias experiências toda realização é a melhor, nesse sentido pedimos sabedoria de todos que estiverem à volta de Kalleb, principalmente dos seus pais. Pedimos a Deus que eles sejam sábios para guiar e orientar, restringir e ampliar caminhos para ele. Pedimos prudência. Que os pais sejam um componente seguro durante a sua vida agindo com prudência quando o momento prenunciar conflito de vontades. Pedimos para Kalleb convivência agradável com todas as pessoas, sabendo que conviver nem sempre significa copiar comportamentos ou se deixar influenciar e corromper princípios, principalmente no que tange a vida espiritual, orientada pelo Espírito Santo de Deus. O Kalleb que Deus está nos dando será cheio do Espírito Santo. Criança, Junior, adolescente e adulto de Jesus. É a benção do vovô Edson e da vovó Eloisa, nos minutos que antecedem a sua chegada. Venha querido, trazido pelas mãos de Deus. Venha com Jesus. Estamos aguardando a sua chegada com muito carinho para somar a nossa felicidade. Chegou!!!

EQUÍVOCO DE EMOÇÕES

Acordar pela manhã com a sensação que algo estranho está acontecendo ou para acontecer, não produz um bom efeito na emoção. Pois bem, esta sensação fez a diferença justamente no dia que mais parecia o dia mundial das contrariedades. Contou-nos o afobado o interlocutor que estando ainda sonolento, olhando fixamente em nada, por mais exagerado que pareça ser desejando com todas as suas combalidas forças que o mundo acabasse; Se isto acontecesse, pelo menos não precisaria enfrentar a maratona de serviços que o esperava no escritório e ainda de quebra ouvir papos furados de pessoas que bem podiam ficar caladas, melhor que inventar assuntos estapafúrdios que só servem para irritar. Para completar, sentado na cama, rastejava a sola dos pés procurando o chinelo; O que? Até isto? Raptaram o meu chinelo, que absurdo, se ao menos fosse novo, mas há tempos precisava ser trocado, mesmo assim não livraram a “cara dele”. Era realmente o dia mundial dos absurdos, se acontecer mais alguma coisa estarei arruinado. Não sou pessimista, pelo menos não me acho, mas hoje, com esta sensação que alguma coisa esta acontecendo ou para acontecer, deixa o meu peito estufado com que estivesse para explodir, e ninguém faz nada! Estava com a emoção em frangalhos, confessou. Alguém arriscou lhe empestar alguns conselhos, mas lhe veio à mente: nada sabe de nada, porque não fica calado? Berrou em pensamentos para não ofender o pobre linguarudo! Os nervos estavam a flor da pele, tudo ofendia. Foi justamente nesse momento que tentava decidir se voltar ou não a dormir para tentar esquecer o que sequer lembrava. Foi aí que o telefone insistentemente tocou tentando tirar o resto de fragmentos de paciência! Quis quebrá-lo, mas uma gota de bom senso não deixou. A voz do outro lado ecoou com se viesse do fundo de uma caverna: Acorda cara, você passou! Precisa se apresentar daqui a meia hora... Passei, fui aceito, que loucura é esta? Epa! Aí me dei conta, então é isto, a sensação que parecia estraçalhar as emoções, na realidade era uma bela surpresa que se avizinhava. Sentir-se desanimado sem saber por que, não é algo aconselhável, é melhor reanimar e manter a chama do otimismo. Ser derrotado sem saber o motivo é melhor arriscar buscando novas direções, é o bom conselho do bom senso.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Abaixo a corrupção

A frustração é um dos sentimentos mais angustiantes que alguém pode experimentar. A sensação de incompetência pela impressão de que poderia ter agido diferente ou que a ação foi tão traiçoeira a ponto de impossibilitar a defesa, são sentimentos cujos efeitos e conseqüências não deixam espaço para solução. Assim é que a corrupção implanta na população um sentimento estranho de enorme e indefensável decepção. Os corruptos brotam por todos os lados e níveis trazendo consigo a certeza da impunidade e sensação de poder acima da força ética e tudo mais que seria possível impedir esta prática delituosa. O mundo acompanhou com atenção, e ao término do trabalho da Justiça italiana, aplaudiu as decisões em conseqüencia do processo intitulado “Mãos Limpas”. Surgiu naquele momento, vindo daquele país, um fio de esperança para o mundo, agora era só copiar os passos através da competência do judiciário e aplicar os métodos já testados com êxito; evidentemente salvaguardando a soberania de cada país que decidisse aplicar. O que se vê, pouco mais de vinte anos depois é a renovada frustração. O monstro adormecido não se dando por vencido volta a atacar o pobre e desprotegido povo das atrocidades das autoridades por ele constituídas sempre afiadas e prontas para agir aplicadando a velha arte de decepcionar. Do lado de cá, no nosso Brasil não é diferente, a cada pleito eleitoral, uma avalanche de esperanças transformadas em frustrações logo depois. Aplaudo a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF, pela decisão tomada na última semana. Seria o início da nossa “Mãos Limpas”? Tomara que sim, o povo precisa respirar e ver o fruto do seu trabalho. Ele não pode continuar ouvindo e vendo que os que não produzem recebem os louros do trabalho de quem produz ou pelo menos ver a aplicação dos impostos altíssimos, aplicados em benefício de quem paga. Afinal o Imposto de Renda e demais impostos são uma verdadeira invasão aos direitos éticos de usufruir do fruto do trabalho, mas grande parte termina no bolço dos corruptos. A corrupção arrasta as quantias vultosas e incentiva outras mentes corruptas a se candidatarem para beneficiarem também. Vamos ter tratamento preventivo para não permitir a volta do monstro? Espero que sim. A nossa “Mãos Limpas” não pode parar por aí.