terça-feira, 26 de junho de 2012

Você é facilmente influenciável?

É livre a opinião e ainda mais livre a decisão. Tenho convicção que ninguém nunca vai obrigar pacificamente a alguém tomar qualquer decisão, por mais influência que exerça sobre a outra pessoa. A última atitude, a decisiva, será sempre de quem decide e, portanto, caberá a ele o ônus e o bônus da sua decisão. É injusto alguém dizer que o outro teve sucesso em alguma coisa porque ele opinou que seguisse determinado caminho ou tomasse determinada decisão. Quem decide o faz por razões próprias. A realidade sobre decisões, de certa forma comum aponta para o grande número de pessoas que se deixa influenciar com relativa facilidade e toma decisões que os leva a amargar ônus às vezes insuportáveis. Outros são tão inseguros que precisam de aprovação do maior número de pessoas possível para em fim decidir. É bem semelhante ao aluno que, fazendo prova e tendo resolvido a uma determinada questão com o seu próprio raciocínio, depois de olhar a resposta do vizinho diferente da sua, altera a sua resposta descobrindo depois, na correção que a sua estava certa e terminou trocando pela errada do seu vizinho. Tem pessoas que raciocinam certo, conhecem o que é melhor, mas trocam o “a sua boa decisão pela equivocada do vizinho”. O mundo está cheio deles. A opinião de outra pessoa jamais passará de opinião. A influência na decisão pessoal de alguém poderá ter as piores consequências. É bom deixar ter cabeça firme, Não falo de teimosia, mas de sensatez e coerência.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Precisa-se de um amigo!

Precisa de umamigo que tenha ouvidos disponíveis. Precisa-se de um amigo que não me olhe compiedade. Precisa-se de um amigo que reconheça o meu momento, mas saibareconhecer também a minha coragem e força! Precisa-se de um amigo, que sejaleal e sincero. Que não me diga o que não diria para si mesmo. Precisa-se de umamigo, que tenha experiência de superação. Precisa-se de um amigo que emboranão seja a solução, a busque para mim como se fosse para ele. Precisa-se de um amigo que tenha sofrido asdores da injustiça. Amigo que jamais tenha se excluído de ser o que é.Precisa-se de um amigo cujos sonhos jamais morreram. Precisa-se de um amigo quesaiba dividir comigo as suas duvidas e dores, para que eu possa medir asminhas. Precisa-se de um amigo que me ressuscite se necessário, como ressuscitouLázaro ao terceiro dia. Eu sei, não existeesse amigo na terra, ele está no céu. Eu preciso desse amigo que está no céuporque só de lá virá o socorro para apagar os meus medos e me reconduzir aforça de superar, e alcançar a vitória que eu desejo. Vencer e desfrutar dos meusamigos sinceros é a minha meta! Sei que posso contar com esse amigo, mas eletambém precisa de mim. Precisa que eu diga: Eu te amo Jesus. Quem mais poderáser tão meu amigo! Espero em breve podervê-los, amigos do coração! Deus está conosco, não se assuste mais que o necessário.Favor me sinalizar quando poderei visitá-los. Estou pedindo a Deus por você,amigo Eduardo, Você não está só.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

VIVER COM DIGNIDADE

O dia pode não ser somente mais um dia e sim um dia por excelência! Um dia por excelência é aquele que vale a pena viver. Bom de viver desde o amanhecer, dia ensolarado, cheio de música, de notícias boas, de expectativas que afagam a emoção, daquelas que o ego vai às alturas sem perder a noção da realidade à volta! Este dia por excelência é contrastado com aqueles que amanhecem ameaçando fazer o mundo cair na cabeça deixando claro que os problemas do dia anterior ainda retumbam cambaleante na cabeça como que buscando desesperadamente uma saída; daqueles dias nublados que o sol se acanha a ponto de se esconder entre as nuvens, competindo com elas quem vai prevalecer: A claridade do sol ou a sombra das nuvens. Cada dia tem a sua característica, ambas são únicas nas suas sugestões. Enquanto o dia por excelência sugere sair, encontrar amigos, produzir com a alegria, sonhar com o futuro, cansar, o dia sombrio sugere solidão, reflexão, descanso, permanência em casa no aconchego do lar desfrutando da intimidade necessária e revigoradora. A questão, é que tudo tem o seu valor e se exibe sem a menor vontade de se deixar modificar para adaptar-se ao desejo de alguém. Mesmo que esse alguém mereça pelo seu desempenho diante da vida e respeito à senhora dos acontecimentos, que não se deixa influenciar pelas malícias e as maldades dos personagens do seu filme, que contracena com a ética e ambos compartilham seus valores. Na outra cena estão os que as querem sombrear esses valores, insistindo em não deixar o dia exibir o seu calor! Viver é assim. É preparar-se para todos os dias com as suas soberanas alternâncias. É que alegria e tristeza são elaboradas dentro de cada pessoa e cada uma deve cuidar para contaminar nem se deixar contaminar. Influenciar, talvez, desde que tal influência seja aconselhada pela senhora os acontecimentos, apadrinhada pela ética, pelo sentimento puro e sincero, longe da mentira que contamina o caráter e abate impiedosamente a mais viril das criaturas! Viver todos os dias é bom. Semear respeito, amizade sincera, cultivar e manter o nível de confiabilidade. Ser íntegro não tem preço. Esse é o mundo melhor que não contracena com a autodegradação e com os equívocos do comportamento. Viver assim é bom, e como é, desde que de mãos dadas com a dignidade!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

VALE A PENA ENGANAR? MESMO CAUSANDO DOR E DECEPÇÃO?

A festa acabou, estávamos apreensivos porque a chuva não tardaria a cair e ainda restavam algumas pessoas precisando se deslocar para os seus lares. Não era cortês dizer isto a elas, teria mesmo que esperar que elas decidissem ir por si mesmas. Quando isto aconteceu percebemos que elas estavam sem condução própria e a distância onde moravam embora não fosse tão longe certamente, na minha avaliação, a chuva os apanharia pelo caminho. O nosso gentil hóspede resolveu franquear a carona, confesso que me senti constrangido, aquela oferta deveria ser minha, mas demorei a decidir fazê-lo, fui substituído. Isto às vezes acontece. Acomodados no veículo foi possível ver as mãos abanando num sinal de “até mais”, respondi com a expressão de gratidão não notada por eles o vidro do carro não permitia ver com precisão. De volta ao recinto deparei com a desordem normal de após-festa. Nada aterrador, o prazer de ter recebido os meus amigos era muito maior! Logo em seguida, depois de um estrondo, o temporal começou a cair. A chuva caía forte a ponto de causar preocupação à volta do nosso hóspede. Depois de alguns movimentos na direção de tentar dar um jeito na sala, fui vencido pela preocupação e me postei diante da grande porta de vidro sentado numa confortável cadeira que comprara para assistir televisão. Os olhos estavam fixos na porta apesar de não conseguir ver com nitidez o que ocorria lá fora porque a chuva escorria e só permitia ter uma pálida ideia dos movimentos externos. Após o inevitável cochilo, despertei assustado, alguém caminhava em direção à porta. Não cosegui ter certeza de quem seria, mas ao abrir a porta fiquei frente a frente com o meu gentil hóspede literalmente molhado! Tomei as providências necessárias para que se sentisse aquecido, indicando-lhe o banheiro e oferecendo uma toalha seca tudo, previamente preparado. Este episódio me fora relatado por amigo comum, para dizer algo importante sobre aquele amigo. Não dei muita atenção ao motivo central do relato. Tempo todo fiquei pensando em como somos enganados quando não conseguimos enxergar nitidamente os fatos. Nesse universo, me fixei em dois parâmetros possíveis. Tentar concluir e afirmar o que somente parece, já que não havia possibilidade de certeza ou desistir de afirmar até que possa ver concluída a ação para em fim ter certeza! Se ampliarmos esta visão e corroborá-la com o “mito da caverna” de Platão, percebemos que aquilo que não é possível ver claramente é uma sugestão para que os oportunistas enganem. Existem pessoas que forçam a visão dos outros através de vidros molhados para que eles não possam ver claramente e terminem enganados. São os enganadores profissionais e de plantão, que sem o menor escrúpulo, enganam até os que querem lhes fazer bem com a melhor das boas intenções. Sem a intenção de ofender ninguém, é possível avaliar-lhes o caráter através desses atos e temer pelo sucesso dos seus empreendimentos. É possível também imaginar que as suas afirmativas são baseadas no mínimo em “meias verdades” cujas consequências, com tempo, podem virar sérias mentiras saneadoras de Infelicidades e decepções. O mundo está cheio de pessoas assim. Eu de minha parte, prefiro não olhar todas as pessoas por essa ótica, existe muita gente digna de confiança. Podem errar, é claro, mas jamais por má fé. Assim á a vida, mais uma decepção não mata ninguém, aliás, prefiro acreditar que manter que devo continuar mantendo a boa fé nos meus atos. Ela deve continuar fazendo parte do meu caráter, mas jamais deixar de acreditar que posso me enganar e ser traído – esse é o mundo que vivemos! O mundo dos imediatistas, que quando querem algo não medem a dor e a decepção que podem causar aos outros. São pessoas sem escrúpulos, sem respeito, carente de apuro de caráter e, sobretudo sem Deus! Que Ele tenha misericórdia destas almas enganadoras e nos permita não reencontrá-las, seria duro demais ouvir repetições do mesmo tom e ritmo! Edson Luz

sexta-feira, 23 de março de 2012

DE QUEM É A CULPA?

Ouvimos freqüentemente de alguém cuja atividade espiritual está em baixa, alegar estar desanimado, ou que os cultos são chatos, ou que um determinado irmão agiu dessa ou daquela forma, e não raras vezes que o pastor age assim ou assado ou deixa de agir da forma que o determinado e desanimado desejaria que fosse. É possível entender que os problemas emocionais interferem no ânimo, é por isso que precisamos tentar entender o motivo da emoção, o que faz a animação no ambiente cristão. Apenas para pensar sabemos que a motivação na vida secular é aquilo que agrada a expectativa humana. Sinceramente, todos sabem disso, porque é um assunto muito debatido e sabido. O que motiva na vida cristã é o que nos liga a Cristo. Isso não tem nada a ver com o que motiva a emoção. Esse é problema: Quem quer agradar a si mesmo, certamente está pronto para desagradar Deus. A culpa do desânimo então é de quem?

EI CONSUMISTA, ACORDA!

Todo mundo quer tudo fácil! É impressionante como se houve falar de facilidades para alcançar o pseudo sucesso tão almejado por muitos: Dinheiro para uns, fama para outros e ainda a dobradinha dinheiro e fama é o alvo recitado em côro nestes dias onde a industria do consumismo dá às mãos a produção de necessidades. Chamo de produção de necessidades aquilo que as pessoas criam de necessidades para si, embora não tenham reais necessidades. Criam-se necessidade de compra de uma roupa, tendo tantas roupas e às vezes semelhantes a que passou a desejar. Criam-se necessidades de viagens, de troca de veículo etc. Obviamente os fornecedores agradecem e incentivam essa produção desenfreada de necessidades criadas a bem do consumismo. A médio longo prazo e, alguns casos em curtíssimo, dependendo do fato, a angústia é inevitável e com ela as relações tumultuadas, os desconforto nos lares provocando conflitos e não raras vezes confrontos. È que endividamento é como “ferrolho” espeta fundo, até sangra e doer muito, mas a sua origem é prazerosa e irrefletida. O mundo está consumista, os criadores de necessidades estão por todos os lados de tal forma que descontentes com o seu destino de consumir ainda faz questão de influenciar o distraídas e levá-los a dar as mãos a multidão de compulsivos consumidores, lamentavelmente!

quarta-feira, 14 de março de 2012

ELES PRECISAM DE PAZ

O anseio por paz é tão evidente que as pessoas se equivocam em busca desse precioso sentimento. É que ter paz significa equilibrar-se emocionalmente, estar pronto para viver em harmonia consigo e habilitar-se ao sucesso nas atitudes. A paz é um dos ingredientes que realça a saúde. Quem tem paz é mais agradável, mais sereno, está mais próximo das suas reais características como ser humano. Ter Jesus no coração significa ter paz com todas as benesses que ela produz. Vivemos em um mundo carente de paz; por todos os lados os reclamos pela paz se agigantam. Enquanto que, para alguns, a paz representa uma pausa no sofrimento, para outros, ela é uma realidade que não passa de um sonho aparentemente inalcançável. Nós conhecemos a paz. Sabemos como alcançá-la. Estamos em um país de livre expressão, cuja Constituição defende o direito a liberdade religiosa; somos felizes embora ainda muitos não usufruam dessa felicidade. Alguns por opção, outros porque ainda permanecem sem acesso à paz que liberta: Jesus Cristo. Outros países não têm essa mesma felicidade, os seus povos amargam a proibição à liberdade religiosa e por isso vivem na opressão, sem esperança e sem paz. Os nossos corações apertam ao saber que povos como a China, Indonésia e Paquistão sofrem perseguição enquanto grupos religiosos radicais aumentam o constrangimento porque oferecem um deus enganoso, que só faz distanciar da verdade e agravar a falta de paz. Eles precisam da paz que liberta. Não podemos ficar alheios. Faremos a nossa parte. A Igreja Batista Memorial em Cachambi se lança com amor nessa campanha; temos um alvo e o alcançaremos para confirmar que somos também veículo dessa maravilhosa paz que liberta: JEUS. Mãos à obra. Pr. Edson Luz